"Vuja De": O que Frozen tem a ver com inovação no setor público?

"Vuja De": O que Frozen tem a ver com inovação no setor público?

09 de maio de 2016
 |  Coordenação Sustentação DEIOP
Você provavelmente conhece a expressão “dejá vu”, aquela sensação de já ter visto ou passado por algo antes quando, na verdade, aquilo é totalmente novo. Bem, “vuja de” é justamente o contrário: é quando você está numa situação totalmente familiar, mas, subitamente, tem a impressão de estar vivenciando algo novo.
Sim, e o Kiko?
Bom, talvez você ainda não tenha assistido ao filme Frozen, mas com certeza você já ouviu falar dele, pois é a animação com maior bilheteria de todos os tempos, aclamado pela crítica e pelo público em geral. Mas você sabia que o roteiro passou 74 anos sendo desenvolvido pela Disney, sem que nenhuma versão idealizada fosse aprovada? Isso porque os roteiristas não sabiam como fazer o público se relacionar com os
personagens, nem como desenvolver a personalidade da Rainha
da Neve. Apenas em 2011 decidiu-se reescrever a protagonista do filme Anna como a irmã mais nova de Elsa, assim, estabelecendo uma dinâmica familiar entre as personagens. Elsa, que até então era uma vilã unidimensional, tornou-se mais humana. O filme, lançado em 2013, arrecadou mais de US$1,2 bilhão na bilheteria.
Aí voltamos à situação acima descrita pelo Burocratas. Todos nós estamos cansados de ver isso: chefias que chegam cheias de ideias, mas descobrem que todas já foram tentadas antes, sem sucesso.  No entanto, às vezes tudo o que precisamos é ver as coisas com outras olhos – “vuja de”, e, talvez, uma pequena mudança naquilo que já foi tentado várias vezes pode mudar toda a história.
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