29/01 – Rede de inovação do Governo de São Paulo – iGovSP

01 de março de 2016
 |  Coordenação Sustentação DEIOP

Organizamos uma reunião com os responsáveis pela gestão da Rede de Inovação do Governo do Estado de São Paulo (http://igovsp.net/sp ), unidade que pertence atualmente a Subsecretaria de Parcerias e Inovação da Secretaria de Governo.

Estiveram conosco os principais gestores da Unidade, Srs. Roberto Agune e Álvaro Gregório, que contaram a experiência de incentivar a cultura de inovação no estado.

Entre os assuntos tratados, foi apresentado o histórico de 10 anos de inovação nos diversos governos estaduais, cujo ápice foi a criação do laboratório de inovação na Fundap – Escola de Governo do Estado. Atualmente, com a extinção da Fundap, o laboratório foi movido para dentro do Palácio dos Bandeirantes em espaço reduzido, mas adequado para a disseminação da cultura de inovação.

O projeto de SP envolveu 5 dimensões principais: cultura, capacitação, projetos, tecnologia e governança. No âmbito da cultura, o governo de SP instituiu o InovaDay (http://igovsp.net/inovaday/) que é um encontro mensal e aberto ao público com a participação de palestrantes especializados em gestão do conhecimento e inovação. Quanto à capacitação, ficou claro a importância da escola de governo na disseminação do tema para 33 mil servidores, a partir da inclusão de um eixo temático de inovação na programação dos cursos de formação de técnicos e gestores públicos. Agune foi enfático em afirmar que a dimensão de projetos envolve tratar o tema da inovação orientado para a prática em projetos que ataquem problemas complexos das diferentes secretarias do estado. Quanto à tecnologia todos entendem que ela estará presente na maior parte dos projetos de inovação do setor público, a exemplo do que foi feito na centralização do atendimento de serviços ao cidadão – PoupaTempo.

Quanto às experiências negativas, Agune e Álvaro constataram que a estratégia de forçar a criação de polos de inovação nas unidades do governo não foi exitosa. Na avaliação deles a criação da rede deve ser bottom-up, a partir dos entusiastas em inovação ideitificados nos órgãos. A imposição para a criação de uma rede de inovação enfraqueceu a cultura da inovação, aumentou os custos do programa e não foi efetiva pois a alocação de servidores nas estruturas não seguiu o critério de transformação da gestão.

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