Quando inovar é humanizar

Quando inovar é humanizar

04 de setembro de 2018
 |  Talita Dantas

Inovação tornou-se, em grande medida, um termo bastante relacionado à tecnologia. É muito comum as pessoas associarem inovação a aplicativos, inteligência artificial, machine learning, blockchain, etc. Inovar, no entanto, pode não ter nada a ver com tornar tech. Antes disso, pode significar humanizar procedimentos. É o caso da médica Ana Cláudia Quintana Arantes.

Mesmo quando não há nada a fazer pela doença, a algo a ser feito pelo ser humano

Especialista em cuidados paliativos, sua grande inovação foi tornar mais humano o tratamento ofertado a seus pacientes. De acordo com ela, a medicina, de modo geral, tende a se resignar ante ao fato de não haver mais nada a fazer, quando a doença não tem cura. Na sua perspectiva, no entanto, embora não haja nada a fazer pela doença, há muito o que fazer pelos pacientes.

Sua atuação destaca-se sobretudo pela atenção dada aos aspectos emocionais e até mesmo espirituais dos seres humanos, a fim de que tenham uma boa morte. Autora do livro “A morte é um dia que vale a pena viver”, Ana emociona milhares de pessoas com suas palavras. Temas como os principais arrependimentos que temos antes de morrer e espiritualidade nas situações limítrofes são abordados. Ao falar sobre a morte, a Dra. nos dá lições importantes sobre a vida.

0

Posts Relacionados



0 Comentários

Deixe um comentário:

Assine nossa revista


POSTS PUBLICADOS

Agencia Mobidick