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Às vezes, a maior inovação é usar menos tecnologia

27 de março de 2019
 |  Izabel Garcia

Quanto trabalho dá para fazer plástico? Você precisa retirar o petróleo das profundezas da Terra e refiná-lo, modificando sua composição química a fim de conseguir o material da forma que deseja. O plástico, apesar de parecer barato, na verdade é muito caro. A questão é que seus custos são externalizados. Quer dizer, estamos todos pagando uma conta altíssima em termos de impacto ambiental por causa daquele pacotinho de pratos descartáveis que custou R$1,50.

É aí que entra a inovação! Um supermercado tailandês trocou a embalagem prática por folhas de bananeira. Tal folha é abundante no país, inclusive já fazendo parte da tradição culinária local. Devido a sua flexibilidade, tamanho e resistência ao calor, ela é o material perfeito para embalar frutas e legumes. Além disso, é totalmente biodegradável. Bom para o supermercado, bom para o consumidor e bom para o planeta!

Menos é mais!

Então, como podemos usar esse benchmarking no serviço público? Vamos parar e refletir um pouco sobre nosso uso da tecnologia. Às vezes é muito mais ágil caminhar até a sala do seu colega do que mandar aquele email solicitando um documento. Talvez seja melhor pedir que o cidadão vá até uma agência para conseguir o login inicial de um serviço do que construir um sistema de cadastro tão complexo que ninguém consegue usar. Pode ser que o “paint” resolva seu problema com muito mais eficiência do que o software mais moderno de design.

Consegue pensar em mais exemplos? Conta pra gente!

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