Inclusão digital na terceira idade: um estudo sobre a propensão de idosos à adoção de tecnologias da informação e comunicação (TICs)

30 de janeiro de 2019
 |  Josivania Farias

Olá, pessoal!

Quem se interessa pela temática: idosos e tecnologias no século XXI (como conectá-los ou o que dificulta que estejam bem conectados)?

Eu creio que esse é um tema que afeta as estratégias de comunicação e prestação de serviços não somente no âmbito das organizações privadas, mas também governo. Especialmente a forma como o governo e outros órgãos do setor público irão se relacionar com o idoso em temos de tecnologia. Num esforço de “outreaching” de nossas publicações (minhas em parceria com meus alunos do PPGA/UnB), eu divulgarei, de vez em quando, nossas pesquisas que foram publicadas em periódicos científicos de Administração, certo?

 

Hoje, gostaria de divulgar e recomendar leitura aos interessados no tema, o artigo intitulado: “Inclusão digital na terceira idade: um estudo sobre a propensão de idosos à adoção de tecnologias da informação e comunicação (TICs)“, cujos autores somos: Josivania Silva Farias, Thayane da Luz Vitor, Paula Valente Lins, Luiz Eduardo Azevedo Pedroza Filho?

Resumo:
O estudo descreve a percepção de idosos quanto a sua propensão à adoção de tecnologias e sua inclusão digital. A abordagem teórica adotada foi o Technology Adoption Propensity Index (TAP-I) (Ratchford & Barnhart, 2012). Foi realizado estudo descritivo, qualitativo, com 16 entrevistados com idade entre 61 e 76 anos. Os resultados mostraram que fatores inibidores à propensão da adoção de Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) – dependência, vulnerabilidade e percepção de inaptidão, são recorrentemente citados pelos sujeitos, bem como fatores contribuintes – otimismo, proficiência e percepção de necessidade e que os idosos percebem-se incluídos digitalmente. A categorização a posteriori gerou a emersão de duas novas dimensões – percepção de inaptidão e percepção de necessidade de uso de tecnologias. Propõe-se o avanço de pesquisas quantitativas futuras, visto que o TAP-I é, ainda, praticamente inexplorado no Brasil.

O trabalho completo poderá ser acessado em pdf por meio do link:

http://revistagt.fpl.edu.br/get/article/view/776/614?fbclid=IwAR1MsaYQr1APvTKXIHUigneg8y651lYpUDGGJPbzFYXX2rTtcKv3iKScCdo

Boa leitura e abraços a todos!

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