Global Innovation Index (GII) 2016 – Brasil ganha uma posição!

17 de outubro de 2016
 |  Coordenação Sustentação DEIOP

Suíça, Suécia, Reino Unido, EUA, Finlândia, Singapura lideram como as nações mais inovadoras do mundo e China junta-se aos top 25 no Índice Global de Inovação 2016 (@GI_Index), divulgado Universidade de Cornell (@Cornell), INSEAD (@INSEAD) e da Organização Mundial da propriedade intelectual – WIPO (@WIPO).

Apesar de a ascensão da China, uma “divisão da inovação” persiste entre os países desenvolvidos e em desenvolvimento em meio à crescente conscientização das autoridades que o fomento da inovação é crucial para uma economia vibrante, competitivo.

“Investir em inovação é fundamental para aumentar o crescimento econômico a longo prazo”

Diretor Geral da WIPO Francis Gurry. 

Apesar disto, os dados indicam que os investimentos em I&D cresceram apenas 4% em 2014, contra um ritmo anual de 7% de crescimento antes da crise de 2009.


Pontos-chave

  1. Incentivos à inovação global podem ajudar a evitar a perpetuação do cenário de baixo crescimento econômico
  2. Existe a necessidade de uma mentalidade global de inovação e discussões sobre modelos de governança
  3. A inovação está se tornando mais global, mas as divisões permanecem 
  4. Não há uma receita para sistemas de inovação eficazes; incentivos ao empreendedorismo e a criação de “espaços para inovação” ajudam
  5. A África subsariana necessita preservar o impulso de inovação
  6. A América Latina é uma região com potencial de inovação não explorado com riscos importantes para a inovação esforços no curto prazo

O tema GII deste ano é “Vencendo com Inovação Global”, dado que parte crescente da inovação é realizada através de redes de inovação globais, com o compartilhamento mais amplo dos fluxos de conhecimento. O relatório também conclui que há uma ampla margem para expandir a cooperação global privado e público em I&D para fomentar o crescimento econômico futuro.

Digital tornou-se o principal motor do desenvolvimento da estratégia de inovação para os negócios em quase todos os setores” 

Johan Aurik, Presidente da A.T. Kearney


América Latina e Caribe

Chile leva o primeiro lugar entre todas as economias da região (44) movidos por bons resultados sobre os indicadores de instituições, infra-estrutura e sofisticação de negócios, seguido por Costa Rica (45º), México (61), Uruguai (62) e Colômbia (63).

A América Latina é uma região com grande potencial de inovação não explorado. Os rankings GII das economias locais não têm melhorado significativamente em relação a outras regiões nos últimos anos, e nenhum país na região atualmente mostra um desempenho superior ao seu PIB.

O relatório sugere que, como a América Latina, e especialmente o Brasil, entraram em uma zona de turbulência econômica, é importante superar as restrições políticas e econômicas de curto prazo e redobrar os compromissos de inovação de longo prazo.


Brasil

O Brasil ganhou uma posição em 2016 (69) em relação à 2015 (70) e com pontos fortes em: educação e fatores de I&D, qualidade de suas publicações científicas, a indústria de alta tecnologia; e fraquezas relativas à: ambiente de negócios (123), ensino superior (111) e sua capacidade de gerar resultados da inovação e da criação de novas empresas.
Um dos pilares mais fortes do em 2016 do Brasil foi a sofisticação de negócios (39), onde é um dos seu mais altos no ranking de pagamentos por IP (8º), tamanho do mercado interno (7º) e as despesas média das 3 principais empresas globais de I&D (17º). 
Quanto ao desempenho do governo, o Brasil ocupa a 79a posição em ediciência governamental, atrás de países como Rússia e México, porém apresenta-se como o 49o país com maior presenta de serviços públicos online, à frente da Argentina (55). Neste último indicador, destaca-se as posições de Chile (16) e Colômbia (17).



Sobre o Índice Global de Inovação

O Índice Global de Inovação 2016 (GII), em sua 9ª edição este ano, é co-publicado pela Universidade de Cornell, INSEAD, e da Organização Mundial da Propriedade Intelectual (WIPO, uma agência especializada das Nações Unidas).

Publicado anualmente desde 2007, o GII é uma ferramenta de benchmarking levando para executivos, políticos e outros que buscam uma visão sobre o estado da inovação em todo o mundo.

Veja mais em https://www.globalinnovationindex.org/



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