Felicidade e inovação: deu

Felicidade e inovação: deu “match”!

12 de dezembro de 2018
 |  Rodrigo Brito

Equilíbrio entre 3 aspectos

Ontem o Prof. Dr. Wander Cleber Pereira proferiu uma palestra no Ministério do Planejamento sobre felicidade nos ambientes corporativos. Segundo Pereira, que criou esse ano uma disciplina de felicidade ofertada na grade eletiva da UnB (já com lista de espera para matrículas), entre os principais elementos promotores de felicidade na vida das pessoas, está o equilíbrio entre prazer, engajamento e significado naquilo que fazemos.

Isso se traduz em buscar experiências e sensações agradáveis, mas também em envolver-se com missões e propósitos maiores – muito do que experimentamos em nossas frentes de inovação. A realização (enfoque hands on), a transformação (mudar uma realidade; introduzir novas práticas que busquem simplificar e melhorar o dia-a-dia das pessoas) e as entregas (o foco no usuário, em impactar vidas) funcionam como propulsores e diferenciais da ação.

Diferentemente da inovação, conhecimento não se transfere. É necessário compartilhá-lo. E esse compartilhamento de ideias, informações, métodos e valores, bem como o uso da empatia – permitir-se novas perspectivas e raciocinar sob a ótica de quem está do outro lado – também são pilares da ação inovadora. E acabam por se mostrar elementos importantes para uma vida feliz, segundo a fala do professor.

Felicidade e inovação: deu "match"! 1

Tecnologia: caminho sem volta

Muita gente acha que a tecnologia é o motivo para as pessoas estarem se distanciando. Realmente, estudos mostram que o cérebro humano consegue administrar círculos de relacionamento de até 200 pessoas, aproximadamente. Dessa forma, ter 800 amigos no Facebook ou 5000 seguidores no Twitter não adianta de muita coisa. Por outro lado, de acordo com o professor, não adianta querer banir o uso de celular à mesa ou na sala de aula (ou mesmo durante sua palestra). A tecnologia está aí e será usada, quer você queira, quer não. O importante é manter a conexão com o que está acontecendo à sua volta e ter “timing”.

Tudo bem se você, rapidamente, checar suas mensagens durante o jantar, desde que você logo volte ao convívio social. A questão do “timing” também é muito relevante. Convenhamos que não é nada agradável quando você está contando algo importante e seu amigo o ignora para olhar o celular. Pode acontecer de pessoa estar esperando alguma mensagem urgente, mas, nesse caso, o ideal é avisar o outro de antemão, alertando-o de que, caso o telefone toque, terá que atender.

E a inovação?

Felicidade e inovação têm tudo a ver! Sem motivação e criatividade a serviço da vida (da própria vida, da vida dos outros, da vida corporativa…), as pessoas (assim como as instituições) adoecem, tornam-se infelizes. E sem felicidade e inspiração, os ambientes inovadores não surgem.

Sigamos nessa pegada, unindo capacidade criativa, experimentação e as conexões necessárias para a inovação. E celebrando a vida, espalhando a felicidade e a motivação por um agir diferente por toda a nossa rede.

Quer saber mais sobre felicidade? Leia no nosso blog “Como a felicidade de seus colaboradores pode alavancar seus resultados“.

 

“A felicidade não se resume na ausência de problemas, mas sim na sua capacidade de lidar com eles.”
― Albert Einstein

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