Em três tempos…

03 de junho de 2016
 |  Coordenação Sustentação DEIOP
Cena 1: 2002, coordeno o escritório de processos e projetos da CAIXA e, todo satisfeito, falo ao novo superintendente estratégico que nossos padrões são compatíveis com os mais altos níveis nacionais e internacionais existentes. Ele balança a cabeça, frustrado, e afirma: “puxa, então o mundo está todo errado… Como podemos demorar tanto para dar solução aos problemas críticos que identificamos?”.
Cena 2: 2009, à frente do Programa Gespública, vejo que grande parte das organizações que iniciam empolgadas processos de autoavaliação da gestão não conseguem implantar as melhorias previstas (“o contexto mudou”, “chegou um novo chefe”, “outras prioridades entraram em pauta”, “o problema acabou se resolvendo sozinho”, são as justificativas mais comuns). Sinto que quase pensamos que “as ferramentas são perfeitas! – o problema é a tal da realidade…”.
Cena 3: 2016, instabilidade e incerteza no horizonte – como é próprio do contexto público, certo? Então, “inoveiros” que somos, vamos incorporar tais “variáveis” nos métodos, ferramentas e instrumentos que dispomos e comunicar que há uma grande oportunidade de emplacar algo que realmente agregue valor às agendas de gestores que precisam enfrentar a turbulência.
Ou sonhei acordado?

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