Drones, para que servem? Tirar fotos ou entregar pizzas?

05 de julho de 2016
 |  Coordenação Sustentação DEIOP

Parece que a utilização desses “aviõezinhos” é de potencial infinito…
Os drones são veículos aéreos não tripulados (VANT) e tem sido alvo de pesquisas no setor público. Para conhecer mais sobre o cenário de desenvolvimento de VANT, técnicos do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) foram para a Europa em uma missão realizada através do Projeto Apoio aos Diálogos Setoriais União Europeia-Brasil, coordenado pela Delegação da União Europeia no Brasil (Delbra) e pelo Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (MP).
Durante a viagem, os pesquisadores estiveram em Elancourt, na França, na sede da Airbus, líder mundial na fabricação de aviões comerciais e líder europeia no desenvolvimento de programas espaciais. “Uma das prioridades era conversar com alguma empresa-líder que atua na área de sistemas de aeronaves remotas de aplicação militar. Pudemos identificar os produtos desta empresa, como ela vê o desenvolvimento da indústria e qual a sua propensão a participar de projetos de cooperação industrial com o Brasil nesta área”, explica Carlos Leonardo Teófilo Durans, Analista de Comércio Exterior do MDIC.
Os técnicos também estiveram na sede da Comissão Europeia, em Bruxelas, na Bélgica, onde acompanharam o processo de regulamentação de VANT no continente. “Expusemos, também, particularidades do estágio atual de regulamentação do setor no Brasil”, explica. Segundo ele, esse contato é primordial, principalmente devido à popularização da tecnologia que ainda carece de regulamentação e tem o Brasil e a União Europeia como exemplos pioneiros nesse processo.
Em Ordense, na Dinamarca, os pesquisadores participaram ainda do Nordic Unmanned Aircraft Systems Event 2016 (NUAS), um dos principais eventos de drones do mundo. No evento, foi possível conhecer produtos e novidades de empresas como Sky Watch, Phase One, Schiebel, Drone Volt, UAS Europe e DJI (maior empresa fabricante de drones civis do mundo).
“A maior importância da missão foi a comparação da regulamentação europeia com a brasileira”, completa Durans. Além disso, os encontros possibilitaram o conhecimento de diversas empresas e a prospecção de projetos de cooperação com empresas brasileiras, visando, por exemplo, a transferência de tecnologia.​

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