12 princípios da inovação aberta

23 de maio de 2016
 |  Coordenação Sustentação DEIOP
Inovação aberta é combinação de ideias internas e externas para prover melhores serviços para seus clientes, aumentar a eficiência e reforçar o valor agregado. Vejamos agora seus princípios, elencados pela revista Nature:
1)    Finalidade. Esforços e intelectos alinhados.
2)    Parceria. governo, indústria, academia e cidadãos devem unir forças, alinhar metas, amplificar recursos, atenuar o risco e acelerar o progresso.
3)    Plataforma. Um ambiente de colaboração é uma requisição básica. Plataformas devem ser abertas, integradas e modulares, permitindo uma abordagem “plug-and-play”.
4)    Possibilidades. O retorno pode não vir de um produto, mas do modelo de negócio que o permitiu existir, de um processo melhor ou de uma nova experiência do usuário.
5)    Plano. Adoção e escala devem ser o foco dos esforços de inovação, não a criação do produto.
6)    Pirâmide. Permitir aos usuários direcionar a inovação. Eles inspiraram dois terços das inovações em semicondutores e placas de circuito impresso, por exemplo.
7)    Problema. A maioria das inovações vêm de uma necessidade declarada: pesquisas etnográfica com os usuários podem identificar problemas e apoiar o brainstorming de soluções.
8)    Protótipo. Soluções precisam ser testadas e aperfeiçoadas através da experimentação rápida com os usuários e cidadãos. Prototipagem mostra como aplicável uma solução é, reduz os riscos de falhas e pode revelar pontos de dor. “Hackathons”, onde os desenvolvedores se reúnem para tentar rapidamente as coisas, são cada vez mais comuns.
9)    Piloto. Os projetos precisam ser implementadas no mundo real em pequenas escalas em primeiro lugar.
10)    Produto. Protótipos precisam ser convertidos em produtos ou serviços comerciais viáveis através da ampliação e novas infraestruturas a nível mundial.
11)    Sistemas de serviço do produto. As organizações devem ir além de prover apenas produtos, prestando também serviços relacionados que melhoram a sustentabilidade, bem como a rentabilidade.
12)    Processo. A inovação é um esporte de equipe. Organizações, ecossistemas e comunidades devem medir, gerir e melhorar os seus processos de inovação para fornecer resultados que são previsíveis, prováveis e rentáveis. 
Bom, alinhados nós estamos. Parceria intragoverno já existe, as demais estão no radar. Plataforma é um de nossos desafios estruturantes e um de seus intuitos é permitir ouvir os cidadãos. Pensamos sempre em replicação e escala. Os órgãos já desenvolvem “hackathons”. Ainda faltam algumas coisas, mas acho que a Rede InovaGov está no caminho certo! 🙂

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